GUIA DO FOTOGRAFO INICIANTE: BALANÇO DE BRANCO

Texto Original de: LightStalking.com, por Jason Row
Tradução-livre de: Eryc Silva

Comprar a sua primeira câmera profissional é emocionante. Tanto para aprender, tantos botões e mostradores para entender, menus complexos para decifrar… Não é à toa que muitos deixem suas câmeras programadas em modo automático. Em passos pequenos, começamos a aprender sobre a relação entre todas as funções na câmera, mas talvez uma das únicas coisas que notamos é o balanço de branco. Embora nossos olhos não percebam, as luzes tem várias cores diferentes dependendo de qual a fonte de luz, e no caso do Sol, depende do tempo na rua (se chove, se está nublado etc).

 

Cor da Luz

Diferente dos nossos olhos, os sensores das câmeras não se adaptam às mudanças de cores na luz, eles precisam de ajuda de um medidor de cores (já embutido no corpo das câmeras). Na maioria das condições de luz, isso basta. Contudo, às vezes esse medidor pode ficar confuso com diferentes condições e lhe dar leituras erradas. Um típico exemplo disso é você ocasionalmente fotografar imagens mais frias (mais azul) em dias nublados. Para que o fotógrafo tenha controle, as câmeras digitais modernas permitem que você estabeleça ajustes de balanço de branco que se adapte às condições de luz do ambiente em que você está trabalhando.

Antes de olharmos para os pré-ajustes típicos de balanço de branco, vamos dar uma rápida olhada em como determinar a cor da luz. Nós usamos uma escala de temperatura chamada Kelvin (K) e a nosso ponto de referência é a luz do dia à tarde em um dia ensolarado, equivalente à 5500K. Se a luz for mais avermelhada, por exemplo a luz do pôr do Sol ou lâmpadas incandescentes, ela estará em torno de 2000K ou 5000K na escala. Se for mais azulada, ela estará mais no topo da escala. Um bom exemplo é a luz de um flash externo, que pode chegar até 10.000K.

 

Configurando o Balanço de Branco

As configurações de balanço de branco são encontradas em botões ou em menus, dependendo da sua câmera. Procure o manual da sua câmera para saber exatamente onde encontrar, e então vamos dar uma olhada nas configurações típicas de balanço de branco.

AWB ou Auto White Balance (Balanço de Branco Automático, em português). O sensor da câmera fará uma estimativa do valor de balanço de branco ideal para o ambiente e o configurará automaticamente. Essa configuração funciona bem em situações comuns, mas pode ser enganada por grandes áreas com cor na imagem ou onde alguma luz é de uma cor predominante. Um bom exemplo de como usar balanço de branco automático é uma péssima idéia é no por do Sol, quando as luzes estão bem avermelhadas e o medidor de cores neutraliza a beleza dos tons vermelhos na sua imagem.

Daylight ou Sunny (Dias ensolarados, em português). Essa configuração é determinada para usar durante o dia, em condições ensolaradas. Por mais que o AWB funcione bem nesse tipo de luz, se você estiver fotografando uma modelo que, por exemplo, vista um vestido vermelho, sua câmera se confundir e compensar o vermelho. Utilize a configuração Daylight se você precisa de balanço de cores consistente.

Cloudy (Nublado, em português). Como mencionado acima, condições de tempo nublado podem fazer o AWB deixar a imagem mais azulada. Para isso a opção Cloudy funciona, deixando a imagem mais quente.

Shade ou Shadow (Sombra, em português). Similar aos dias nublados, a opção Shade irá compensar imagens na sombra, as deixando mais quente. Contudo, deixará qualquer área ensolarada ou com luz do sol bem mais quentes.

Incandescent. Para usar em ambientes iluminados por luzes incandescentes. Embora termos diversas outras opções de luz hoje em dia, ela continua sendo muito usada, e possui uma luz muito vermelha perto dos 2200K. Nesse caso o AWB pode se enganar com uma margem de erro enorme. Utilizar essa configuração para lâmpadas incandescentes dará um tom natural às suas fotos.

Fluorescent. Normalmente essas lâmpadas variam bastante na escala Kelvin dependendo do quão velhas são ou de como foram feitas. Elas são as lâmpadas mais difíceis de se trabalhar. Se todas as luzes estiverem emitindo a mesma cor, essa configuração funcionará perfeitamente. Contudo, você pode sentir diferenças em alguns tubos emitindo cores diferentes.

Flash. Como mencionamos anteriormente, Flash é uma luz muito azulada e, mesmo que o AWB dê conta do recado, se tivermos grandes áreas com cores diferentes, ele pode ficar confuso. A configuração para Flash te dará cores mais consistentes às fotos tiradas com o flash.

K. K é de Kelvin, e se você entende a escala Kelvin quanto à cor de luz, você pode configurar o seu próprio balanço de cores.

Pre. Se você está trabalhando com fontes de luzes consistentes, talvez em um estúdio, ou em um dia nublado sem previsões de sol, você pode determinar manualmente o seu balanço de branco. Geralmente isso é feito usando um cartão branco na frente da câmera, durante as determinadas condições de luz na qual você espera trabalhar. Utilizando o menu da câmera, você pode fazer uma leitura do cartão branco e conseguir uma medida precisa que lhe dará cores consistentes, contanto que as condições de luz não mudem.

 

Entender balanço de branco é uma parte crucial da fotografia digital. É algo altamente relevante quando se está fotografando arquivos em JPEG porque o balanço de branco fica embutido na imagem final, tornando correções muito difíceis. E mesmo fotografando em RAW, podendo mudar o balanço de branco na pós-produção, ter uma boa noção das cores de luz pode lhe ajudar a conseguir uma imagem final muito melhor.

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FOTOGRAFANDO LONGA EXPOSIÇÃO

Uma técnica muito útil para fotografar à noite é a longa-exposição. Os efeitos que podem ser capturados com longas-exposições são prazerosos de se olhar e têm uma qualidade divina. As ferramentas mais importantes que você vai precisar são: um tripé robusto e uma DSLR com controle da velocidade do obturador.
Texto original dos sites: Exposure Guide e Jim Goldstein
Tradução-livre de Eryc Silva

ISO 100 – f/22 – 22″ | Foto de Marcos Molina

Aplicar técnicas de longa-exposição é um bom jeito de se conseguir uma imagem que surpreenda pessoas. Para você que não está familiarizado com a fotografia de longa-exposição, o principal ingrediente é a pouca luminosidade, pois você vai precisar que a sua câmera receba luz por uma quantidade de tempo maior. Na verdade, é possível usar filtros para reduzir a quantidade de luz que entra na lente para, então, produzir longas-exposições mesmo nos dias mais claros.

Longas-exposições permitem o fotografo a criar uma experiência visual abstrata ou surreal, o oposto de simplesmente reproduzir uma cena como podemos ver ao olho nu. Sendo assim, esse tipo de fotografia permite que você crie algo artisticamente impressionante.

Abaixo estão algumas dicas e situações de como fazer uma longa-exposição de impressionar:

1. CRIE A ATMOSFERA

Foto de Jim Goldstein

Use longas exposições para criar uma atmosfera celestial. Muitas vezes, as condições climáticas parecem não mudar, mas na verdade elas se movem e mudam devagar. Em muitas ocasiões, essas mudanças ocorrem tão devagar que não conseguimos nem guardar na memória visual; mas a câmera consegue gravar essas mudanças. Nuvens, neblina ou ondas podem formar belas imagens no tempo de exposição certo.

COMO FAZER: Águas e mares borrados

ISO 400 – f/4 – 10″

Para capturar essa aparência dramática do oceano e do céu, a melhor condição de luz para se usar é a da “hora de ouro” (a ultima hora antes que o Sol se ponha). Siga os básicos da fotografia noturna: ponha a câmera no tripé, use uma lente wide-angle (de ângulo aberto) com a menor abertura possível, e foco para o infinito. Deixe a câmera em modo Manual ou Bulb e altere a velocidade do obturador para longa (5-30 segundos). Quanto maior o tempo de exposição, mais “borrada” a água ficará. Use o timer da câmera ou um cabo com botão para tirar a foto; isso ajuda a previnir que a foto inteira saia borrada. Não use flash! Pode arruinar o efeito na imagem.

2. DESCUBRA OS MOMENTOS

Geralmente estamos tão apressados no dia-a-dia que raramente paramos para observar os pequenos movimentos banais. Assim que você começa a perceber esses sujeitos se movimentando devagar, uma porta para um novo mundo de oportunidades fotográficas se abre. Núvens, sombras, estrelas, plantas e até mesmo pessoas ou animais se tornam ótimos sujeitos em uma longa-exposição.

COMO FAZER: Fotografando uma roda gigante

ISO 100 – f/2.8 – 1/60

ISO 100 – f/6.8 – 4″

Para fotografar uma roda gigante à noite, vá para perto dela e use uma lente wide-angle para conseguir o máximo de detalhes possível. Coloque sua câmera em um tripé e enquadre a imagem. Como você quer que todos os elementos estejam bem nítidos, escolha uma abertura pequena, entre f/11-f/32. Configure sua câmera em modo Manual ou S (Controle da velocidade) e escolha uma velocidade de acordo com a velocidade das luzes na roda gigante, e o estilo que você está procurando (qualquer um dentro de 1-30 segundos). É melhor usar o timer da câmera ou um cabo para o disparo. A imagem capturada vai estar cheia de rastros de luz em contraste com o céu preto, e mesmo assim o centro da roda gigante vai continuar nítido.

COMO FAZER: Rastros das estrelas

ISO 3200 – f/4 – 181 minutos

Uma longa exposição em uma noite estrelada pode produzir traços de luz fascinantes criados pelas estrelas e a rotação da Terra. A melhor maneira de conseguir uma foto interessante é incluir um objeto inanimado em primeiro plano, como uma árvore velha, ou montanhas. Coloque a sua câmera no tripé e o foco da lente para o infinito. É melhor usar um cabo para o disparo, ou você irá arruinar sua foto. Configure a câmera em modo B (Bulb) e a abertura entre f;2.8-f/4 para melhores resultados. Mantenha o ISO baixo para minimizar os ruídos. Pressione o botão do controle para abrir o obturador e espere. Para completar, pressione novamente o botão. Essas exposições podem durar de 15 minutos à várias horas.

COMO FAZER: Rastros de luzes supreendentes

ISO 100 – f/22 – 13″

Rastros das luzes da frente e de trás do carro tem um efeito deslumbrante, e são excelentes para fazer você criar intimidade com o tempo de suas longas-exposições, enquanto aprende. Procure uma avenida movimentada com muita luz de carros, à noite. Use um tripé robusto e posicione a câmera para que você tenha uma boa visão da área. Use uma abertura pequena de f/16 ou menor para uma maior profundidade, deixando a maior parte da imagem em foco. Quanto mais longa a exposição, mais linhas irão aparecer e mais longas elas ficarão.

3. FOTOGRAFE COMO SE ESTIVESSE PINTANDO

Enquanto o obturador da sua câmera está aberto, o sensor ou filme são, em sua essência, como um quadro. Normalmente esse quadro é aberto brevemente, mas com longas exposições a luz que bate no sensor age como um pincel. Se você deixar a cena se desenvolver com o obturador aberto, qualquer mudança será “pintada” no seu quadro. Se você estiver em um lugar com muito pouca luz, você pode usar luzes como lanternas, celulares, vela ou qualquer tipo de luz móvel para criar a imagem do seu jeito na foto. É sensacional e todos deveriam experimentar!

4. ALTERE A REALIDADE DAS CORES

De volta aos tempos em que havia um fenômeno nos filmes, onde a cor na imagem poderia mudar em longas exposições por falha na reciprocidade. Diferentes tipos de filmes experienciavam essa falha em diferentes tempos de exposição e produziam vários tipos de mudanças de cores. Para muitos desses fotógrafos, essas mudanças nas cores eram vistas como algo para se evitar, mas muitos artistas empregaram esse fenômeno para criar fotos geniais. Se você ainda fotografa com filme, vale a pena experimentar! Se você está fotografando com digital, você pode conseguir essas mudanças de cores gerando ou usando “presets” (pré-ajustes) no Photoshop, Lightroom ou até VSCO Cam (que aliás, foi falado no primeiro post do EV!).

5. FOTOGRAFIAS QUE FAZEM O ORDINÁRIO FICAR EXTRAORDINÁRIO

Quando você mostra algo novo pra alguém, que estava bem debaixo do nariz dessa pessoa por todo esse tempo, isso redesperta seu interesse por aquela coisa. Enfatizar uma ou a combinação de alguns dos efeitos visuais préviamente discutidos com longa exposição de cenas ordinárias vai prender a sua atenção. Para encontrar aquela foto que captura a atenção, você vai precisar experimentar até que os efeitos da longa exposição estejam aparentes.

CONFIGURAÇÕES RECOMENDADAS

A principal coisa para se manter na cabeça quando se está decidindo qual a exposição certa é como capturar ambas as sombras e os pontos mais luminosos. Se você está obtendo as sombras certas, você vai conseguir produzir uma cena noturna excelente que vai ganhar muitos elogios.

Quando se fotografa longas-exposições, a chave é manter o obturador aberto somente o tempo suficiente para o efeito desejado. Se você manter o obturador aberto por muito tempo, vai perder detalhes nas áreas mais iluminadas, e pode não conseguir identificar o que é o que na foto.

Quando se está tentando criar um rastro de luz, o obturador deve estar aberto por pelo menos 1 segundo, e portanto requer um tripé. Use o modo S (Velocidade do obturador) e comece com a velocidade de 1 segundo e veja o resultado; se o rastro é muito curto, adicione 2 segundos, e continue adicionando 2 segundos até você conseguir o efeito que você quer alcançar (a beleza da fotografia digital é que você pode saber imediatamente se está bom ou não). Se você tem muitos borrões, seu obturador estava aberto por muito tempo, e você precisa voltar pelo menos um segundo inteiro.

EQUIPAMENTO RECOMENDADO

Além da sua câmera digital, é claro, você precisará de um tripé para estabilizar a imagem e evitar borrões. Para praticar a fotografia noturna, sua câmera precisa ter uma opção para configurar a velocidade do obturador e a abertura da lente.

CONCLUSÃO

Fotografar imagens de longa-exposição à noite é uma técnica que se aperfeiçoa com prática e aprendendo a reconhecer as condições luminosas e como ajustar a câmera para essas condições. Dependendo do que você tem que fazer, a velocidade do seu obturador pode ser de 1/60 de segundo até vários minutos. O que torna as imagens de longa-exposição especiais é que cada imagem é única, já que os rastros de luzes se movem de maneira incomum, e com prática você pode adquirir uma coleção de fotos fantástica. As imagens únicas disponibilizadas pela longa exposição à noite são um tesouro da fotografia que muitos são acham. Imagens brilhantes podem ser resultado do seu trabalho ao tentar essa técnica.

Agradecimentos

Esse post foi traduzido e modificado para uma melhor interpretação do leitor, com dicas para ensinar ou melhorar as suas fotos de longa-exposição. Agradeço à ambos os sites, que possuem conteúdos riquíssimos sobre fotografia, pelo conteúdo fornecido e espero ter atendido ao pedido de Marcella (quem solicitou um post sobre longas-exposições).

Restaram dúvidas? Tem alguma crítica para o EV? Deixe nos comentários, abaixo!

10 MOTIVOS PARA INICIAR A FOTOGRAFIA COM UMA CÂMERA ANALÓGICA

Texto original de Miki Rose, www.picturecorrect.com
Tradução-livre de Eryc Silva

Quando aprendi sobre fotografia pela primeira vez, eu estava no ensino médio, no quarto-escuro com uma Pentax K1000 completamente manual – que, na época, era uma das SLR mais bem faladas e populares no mercado. Aí você me pergunta, por que? Porque ela era feita como um tijolo, por ter uma velocidade de obturador rápida, e por não terem muito mais coisas. Afinal de contas, não há nada mais prejudicial no processo de aprendizado do que milhares de botões, alavancas e menus. A maioria das pessoas, hoje, está aprendendo fotografia com DSLRs para iniciantes, que, mesmo sendo mais básicas que câmeras altamente profissionais, ainda são desnecessariamente complicadas de se mexer e, o pior de tudo, fáceis de usar!  Continue reading

FELIZ ANO NOVO!

O EV +2 deseja para você, para seus amigos e familiares e para nós mesmos um FELIZ ANO NOVO!

Esse ano de 2014 mal chegou, mas já promete muito! Tem muito conteúdo legal pra sair esse ano no EV, muita coisa pra aprender e muita vida pra viver – isso foi uma indireta pra você que está na internet desde que acordou, com um sol escaldante fora de casa. Vá viver, explorar, tirar mais fotos – selfies não contam, à menos que sejam na piscina ou na praia – e adquira novas experiências! Cada segundo é único na sua vida, e o EV + 2 espera que esses momentos sejam especiais para você, e melhores do que os anos anteriores.

Uma dica a todos: estejam sempre dispostos e preparados para o que vier! Nunca se sabe quando você pode tirar a foto da sua vida.

FELIZ 2014!

TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE STREET PHOTOGRAPHY!!

Texto original por Nick Zantop, www.itsjustlight.com
Tradução livre por Eryc Silva
Uma breve introdução:
A intenção do blog é trazer um pouco dos diversos conteúdos BONS sobre fotografia, que existem apenas em inglês, para o português; dicas e tutoriais excelentes que poderiam ser lidos por pessoas que não tem muita intimidade com a lingua inglesa.Não. Eu não escrevi o post. Apenas faço traduções livres de posts no qual eu gostaria que os leigos da lingua inglesa lessem.Todas as traduções começam com o nome do autor e o link para o post original – pra você que prefere ler em inglês.
Qualquer dúvida, dica, crítica ou sugestão à respeito do post em si, ou da tradução, podem ser mencionadas nos comentários – e serão muito bem aceitas. Agradeço desde já a você, leitor, pela visita e desejo a você uma boa leitura!
– Eryc Silva

Eu amo fotografia street. É um gênero da fotografia que é verdadeiro e eterno, capturando o drama cotidiano e abrindo uma janela para que o observador espie pelas vidas, culturas e comportamentos dos sujeitos fotografados. Mesmo que fotografias capturem apenas momentos passageiros, um bom fotógrafo street sabe como fazer um momento valer. Embora as fotografias documentárias, jornalísticas e street podem ser facilmente confundidas, a fotografia street consegue se diferenciar por colocar menos foco em eventos específicos, e mais foco em momentos espontâneos – geralmente capturados indiscretamente, sem o sujeito saber que está sendo fotografado. Continue reading

COLINHA PARA FOTOGRAFIA MANUAL

Ter uma câmera fotográfica digital, seja point-and-shoot ou DSLR, não requere ter conhecimento de técnicas fotográficas, já que o modo automático já faz todo o trabalho. Mas para os amantes da fotografia, o divertido é justamente fazer a foto do seu jeitinho, ajustando o foco, diminuindo a velocidade ou aumentando o ISO; dar um toque seu na foto.

A maioria das pessoas acharia fotografia manual um bicho de sete cabeças Continue reading